EDUARDO GALEANO: PERMANÊNCIA E AUSÊNCIA.

Como não chorar a morte de Galeano? como não doer a morte de Eduardo Galeano? Como não se sentir mais pobre, mais só, mais triste, mais desamparado? A voz de Galeano sempre foi firme e direta em defesa dos mais pobres do mundo, dos “deserdados da terra”… Foi cedo, esse companheiro imprescindível. Muito cedo. Tanto nos deu. E tanto tinha ainda a nos dar. Estive com ele por duas vezes na vida, mas ele esteve presente na minha vida nos últimos quarenta anos… Desde “As veias abertas da América Latina”, e todos os livros que vieram depois. Galeano se vai, mas não sai da minha vida. Como bem disse outro escritor memorável, o argentino Jorge Luis Borges, “somos o resultado muito mais dos livros que lemos do que dos livros que escrevemos”. Galeano se vai deste mundo, muy temprano, com certeza. Mas ao mesmo tempo sua voz fica nesse mundo. Cada livro é sua palavra conosco.
‪#‎MinhaAlmaChora‬
‪#‎GaleanoParaSiempre‬

se sentindo triste.

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